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Do mistério à estratégia: como a morte de Odete Roitman ensinou marcas a vender mais com inteligência

Quem diria que um tiro disparado em 1988 ainda reverberaria em 2025 e não só na TV, mas nas estratégias das maiores marcas do país?A morte de Odete Roitman, um dos eventos mais icônicos da teledramaturgia brasileira, voltou aos holofotes com o remake de Vale Tudo e reacendeu um fenômeno: o poder do marketing cultural. […]

Quem diria que um tiro disparado em 1988 ainda reverberaria em 2025 e não só na TV, mas nas estratégias das maiores marcas do país?
A morte de Odete Roitman, um dos eventos mais icônicos da teledramaturgia brasileira, voltou aos holofotes com o remake de Vale Tudo e reacendeu um fenômeno: o poder do marketing cultural.

Empresas como Magalu, Serasa e redes de fast food aproveitaram o retorno da novela para criar campanhas que brincavam com o mistério quem matou Odete?. O resultado? Engajamento explosivo, aumento de acessos e uma onda de nostalgia transformada em lucro.

A jogada de mestre das marcas: vender com o que o público já está falando


O segredo está em uma simples observação: as pessoas compram o que conversam.
Quando algo viraliza, seja uma cena de novela, um meme, um acontecimento político ou esportivo, o público se conecta emocionalmente.
As marcas que conseguem entrar na conversa com naturalidade e timing transformam esse vínculo em conversão.

Usar a “morte de Odete Roitman” como gatilho de campanha foi uma lição de marketing contemporâneo:

  • Magalu fez postagens com o enredo “quem matou o preço alto?”, ligando humor e oferta.
  • Serasa brincou com o suspense em suas notificações, convidando o público a “descobrir quem matou o nome sujo”.
  • E marcas menores, em todo o Brasil, criaram memes e promoções temáticas, surfando no engajamento que o remake gerou nas redes.

Essas ações impulsionaram não apenas curtidas, mas também cliques reais, vendas e tráfego orgânico provando que o marketing de oportunidade, quando bem executado, é uma das formas mais rápidas de vender mais sem aumentar o investimento.

Por que essa estratégia funciona tão bem?

A técnica tem nome: Real-Time Marketing ou marketing em tempo real.
Ela se baseia em unir emoção + timing + contexto social, fazendo com que a marca pareça “antenada” e “humana”.

No caso da morte de Odete Roitman:

  • o nostálgico atraiu o público mais velho;
  • o mistério e memes cativaram o público jovem;
  • e a conversa digital se transformou em tráfego e engajamento para as empresas.

Em poucos dias, o tema gerou milhões de menções no X (Twitter) e no Instagram, além de picos de buscas no Google.
Isso é ouro para o SEO e para as conversões: o público busca o assunto, encontra sua marca, clica, ri e compra.


Como aplicar isso ao seu negócio:

  1. Acompanhe o que está viralizando. Use hashtags, explore tendências no Instagram e no TikTok.
  2. Adapte à sua realidade. Transforme o tema em algo que tenha a ver com seu público, humor, oferta, ou curiosidade.
  3. Agilidade é tudo. O sucesso vem de quem reage rápido, enquanto o assunto ainda está quente.
  4. Use o SEO a seu favor. Publique textos e posts com palavras-chave de cauda longa como “morte de Odete Roitman marketing”, “estratégias para vender mais com o que está na mídia”, “exemplos de real-time marketing no Brasil”.

É inteligente transformar cultura em resultado

A morte de Odete Roitman foi um crime fictício, mas seu legado é real: matar o silêncio das marcas e ressuscitar a criatividade.
Quem aprende a enxergar a mídia como aliada transforma repercussão em conexão, e conexão em vendas.

No fim, o segredo não é descobrir quem matou Odete Roitman é descobrir como sua marca pode vender mais com o que o Brasil está comentando.

Aqui, tudo é simples: conecte-se, cresça e faça parte desse movimento!